Resumo das Notícias de 14 a 20 de Setembro

E aí guerreiros,

Aqui é o professor Leandro Muniz, professor de Atualidades da Zero Um Concursos. Fiz esse artigo com algumas notícias  que podem pintar na sua prova de concurso. Portanto, não perca tempo e se atualize sobre tudo de mais relevante que aconteceu no Brasil e no mundo na semana entre 14 a 20 de setembro.

Bons estudos!

Meio Ambiente

Governo federal reconhece situação de emergência por conta de incêndios no Pantanal no MS

Fonte: DW Brasil

Texto para as questões 01 e 02:

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, reconheceu nesta segunda-feira (14/09) a situação de emergência em Mato Grosso do Sul devido ao agravamento dos incêndios florestais que atingem o Pantanal no estado. O fogo já destruiu cerca de 1,4 milhão de hectares de vegetação no Mato Grosso do Sul em 2020, sendo o Pantanal o principal bioma ameaçado, segundo dados do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo).

A situação fez com que o próprio governo estadual decretasse situação de emergência ambiental no estado, também nesta segunda-feira. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, o reconhecimento da emergência pelo governo federal dá ao governo de Mato Grosso do Sul possibilidade de acesso a recursos da União para ações de socorro, assistência, restabelecimento de serviços essenciais à população e recuperação de infraestruturas públicas danificadas. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União. O valor do repasse não foi anunciado.

Conforme o ministério, a definição da verba a ser liberada depende da elaboração de planos de trabalho, nos quais os órgãos que atuam no combate a incêndios estipulam os meios necessários para continuar a operação de combate aos incêndios. Também nesta segunda-feira, a Polícia Federal disse suspeitar que o incêndio que destruiu mais de 25 mil hectares de áreas de preservação ambiental no Pantanal de Mato Grosso do Sul não foi acidental e que o fogo possivelmente foi utilizado para remover a vegetação natural visando tornar a área em pastagem para gado. A declaração foi feita em meio a uma operação deflagrada para apurar a responsabilidade criminal pelas queimadas na região. Batizada de Matáá, a ação contou com 31 policiais federais, que auxiliaram no cumprimento de dez mandados de busca e apreensão nas cidades de Corumbá e Campo Grande.

O Pantanal enfrenta os maiores incêndios já registrados na região. Números divulgados no último fim de semana pelas autoridades locais afirmam que o fogo destruiu 2,34 milhões de hectares ao longo do ano, ou 15% da área do bioma, situado no sul de Mato Grosso, no noroeste de Mato Grosso do Sul, no norte do Paraguai e no leste da Bolívia. Mais de 14 mil focos de incêndios foram detectados pelos bombeiros de janeiro a setembro deste ano, mais do que o triplo do mesmo período do ano passado, segundo dados do Inpe. O Pantanal vive uma situação incomum por causa da seca e sem as cheias provocadas pelos transbordamentos de rios, que são comuns nessa época do ano.

Saúde

Vacina contra coronavírus: por que o Brasil é considerado o ‘laboratório perfeito’ para testar imunização contra covid-19

Fonte: BBC Brasil

Texto para as questões 03 e 04:

Um dos países mais afetados pela pandemia do coronavírus, o Brasil se tornou um campo de provas de vacinas contra a covid-19. O país, que tem mais de 4 milhões de casos confirmados de covid-19, é considerado pelos cientistas que estudam imunização como uma “oportunidade de ouro”. Duas das vacinas consideradas as mais promissoras e avançadas contra o coronavírus estão sendo testadas no país: a da Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca e a da empresa chinesa Sinovac. E outras duas, das farmacêuticas norte-americanas Johnson & Johnson e Pfizer receberam, recentemente, autorização das autoridades brasileiras para começar os ensaios clínicos no país.

Mas por que o Brasil é considerado um “laboratório ideal’ para que sejam feitos ensaios clínicos de vacinas? Especialista em epidemiologia e imunização da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, Jon Andrus, que foi vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), afirma que altas taxas de transmissão comunitária do vírus, como acontece no Brasil, estão entre os principais critérios para poder testar uma vacina. Ele explica à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC) que há também outras razões pelas quais o Brasil é considerado um cenário perfeito para a pesquisa sobre a imunização. “Certamente, é necessária uma situação em que haja uma forte prevalência de uma enfermidade para poder provar a eficácia de uma vacina.

Mas penso que no Brasil há uma tempestade quase perfeita para os ensaios, porque além da alta prevalência da covid-19, o país tem uma longa história de excelência em saúde pública, com instituições de pesquisas reconhecidas mundialmente, como a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) no Rio de Janeiro, que há décadas realiza pesquisas e ensaios”, afirma o especialista. Um ponto no qual o Brasil se destaca é a experiência e força de seus programas nacionais de imunização e a sua tradição na produção de vacinas. A fábrica de Bio-Manguinhos, da Fiocruz, é um dos maiores centros de produção de vacinas da América Latina. Nela são processadas milhões de doses de vacinas contra febre amarela, tuberculose, sarampo, entre outras enfermidades.

Já o Instituto Butantan é, atualmente, o principal produtor de vacinas contra influenza ou gripe no hemisfério sul, com capacidade para produzir 100 milhões de doses. “É importante destacar que o Brasil tem um enfoque estratégico para se tornar autossuficiente na produção de vacinas”, diz Cristiana Toscano, integrante do grupo de especialistas para consulta da Organização Mundial de Saúde (OMS) referente a vacinas contra a covid-19. A maioria das vacinas no Brasil, ressalta a pesquisadora, é produzida localmente ou os especialistas tentam estabelecer mecanismos para transferência de tecnologia com grandes empresas farmacêuticas. E é exatamente isso que está sendo negociado agora com as vacinas de Oxford e Sinovac: transferir a tecnologia ao país para que essas vacinas sejam produzidas localmente.

Cooperação Internacional

Parceria global entre ACNUR e Unilever viabiliza entrega de sabonetes para refugiados e migrantes no Norte do Brasil

Fonte: ONU Brasil

Texto para as questões 05 e 06:

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a multinacional Unilever se uniram no enfrentamento ao novo coronavírus no Norte do Brasil por meio da doação de 1 milhão de sabonetes em barra da marca Rexona para refugiados e migrantes na região. Nos últimos dias, 290 mil itens chegaram a Boa Vista, Roraima. As cidades de Pacaraima (RR) e Manaus (AM) também serão beneficiadas pela iniciativa. A parceria entre ACNUR e Unilever é global e envolve mais de 40 operações da Agência da ONU para Refugiados em todo o mundo. No total, 30 milhões de itens serão distribuídos em diversas localidades.

Tecnologia e sociedade

Acesso à Internet é um dos maiores desafios enfrentados por estudantes no Brasil
Fonte: ONU Brasil

Texto para as questões 07 e 08:

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em parceria com a Associação Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP), promoveu na semana passada (16) a 21ª edição da série de webinários “População e Desenvolvimento em Debate”, com o tema “Desafios da educação no contexto da pandemia e pós-pandemia”. O evento virtual foi mediado pela oficial de programa do UNFPA, Gabriela Monteiro. Uma das primeiras medidas para evitar a disseminação do novo coronavírus foi a suspensão de atividades em creches, escolas e universidades. Algumas instituições de ensino tiveram que se reinventar para seguir com as atividades a distância. Videoaulas, transmissões ao vivo, exercícios online, entre outros mecanismos foram e estão sendo utilizados como forma de manter educadores e estudantes ativos nos processos pedagógicos de aprendizagem.

Para grande parte dos estudantes brasileiros, no entanto, a realidade tem sido difícil. Durante o período da pandemia, um dos grandes desafios enfrentados por estudantes brasileiros que vivem em situação de vulnerabilidade é o acesso à Internet. Para a pesquisadora da educação e professora adjunta da Universidade Federal do Paraná Raquel Guimarães, “manter os alunos estudando durante a pandemia da COVID-19 impõe graves desafios nunca antes vistos no Brasil. Mais de 47 milhões de estudantes estão fora da escola em isolamento e a conexão à Internet não atinge os domicílios vulneráveis. As autoridades locais devem fornecer alternativas para facilitar o aprendizado remoto”. Guimarães também compartilhou uma pesquisa feita pelo Learning Policy Institute, que sugere formas de recomeçar as aulas e reinventar as escolas em um cenário pós-pandemia: fechar as divisórias digitais; fortalecer o ensino a distância e híbrido; avaliar as necessidades dos alunos de forma personalizada; garantir suporte para aprendizado social e emocional.

Outros pontos incluem redesenhar escolas para forte relações entre comunidade escolar; enfatizar aprendizado autêntico e culturalmente sensível; prover tempo de instrução estendido para compensar o tempo fora da escola; estabelecer escolas comunitárias e apoio da comunidade; preparar educadores para reinventar escolas pós-pandemia; alavancar financiamento escolar mais adequado e igualitário. Daniel Cara, professor da Universidade de São Paulo (USP) e dirigente da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, trouxe para a discussão, uma perspectiva com foco nos direitos. “Mesmo se nós não estivéssemos enfrentando essa crise da pandemia de COVID-19, é importante ressaltar que a educação é um direito que está escrito no artigo 205 da Constituição Federal de 1988 e na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948”.

O professor da Faculdade de Educação da USP alerta para as vozes que devem ser escutadas pelos formuladores de políticas públicas da área da educação. “As políticas públicas para a área da educação devem ouvir, essencialmente, as ciências da educação, em especial a pedagogia, mas também precisam ouvir a experiência dos professores de sala de aula, ou seja, valorizar aquilo que acontece na sala de aula, até porque o processo de ensino e aprendizado é um processo extremamente rico e complexo.”

Em consonância com Cara, a articuladora de Juventude da Rede de Protagonistas em Ação (REPROTAI), Tatiane Anjos, aponta que a lei deve funcionar para todas as pessoas, incluindo, principalmente, as comunidades que possuem maior dificuldade no acesso à educação. “Educação é um direito constitucional, então, a gente precisa monitorar essa lei e garantir que o acesso à educação chegue na ponta, principalmente nas comunidades ribeirinhas, quilombolas, indígenas e na área rural”, disse. Anjos também apontou para comunidades periféricas do país. “Se a gente não tiver um retorno às aulas de qualidade, com merenda digna, segurança e informação, a gente não consegue garantir o acesso dessas pessoas nas escolas”.

Internacional

Relatório da Missão Internacional de Verificação de Fatos sobre a Venezuela, a cargo do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas

Fonte: Itamaraty.gov

Texto para a questão 09:

A Missão Internacional de Verificação de Fatos sobre a Venezuela, estabelecida em 2019 pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas com firme apoio do Brasil, publicou, em 16 de setembro, relatório de suas investigações sobre execuções extrajudiciais, desaparecimentos forçados, detenções arbitrárias, tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes cometidos naquele país desde 2014. A Missão investigou 223 casos e revisou 2.891 casos adicionais.

No documento, a missão afirma haver reunido evidências suficientes para acreditar que o regime de Nicolás Maduro cometeu violações de tratados e convenções de direitos humanos, além de crimes previstos no próprio direito penal venezuelano e no direito internacional, alguns dos quais – incluindo assassinatos e o uso sistemático de tortura – constituem crimes contra a humanidade. As violações e crimes descritos no relatório responsabilizam tanto o Estado venezuelano quanto seus agentes envolvidos. A missão concluiu que Maduro e seus ministros da Defesa e do Interior e Justiça “ordenaram ou contribuíram para a prática dos crimes documentados”.

O relatório aponta seu envolvimento, bem como o de outros representantes do regime, em crimes contra a humanidade, a serem investigados por tribunal competente, e na falta de disposição ou capacidade da justiça nacional, pelo Tribunal Penal Internacional. O Brasil entende que o trabalho desenvolvido pela Missão de Verificação de Fatos em muito contribui para a responsabilização do regime ditatorial de Nicolás Maduro, que continua a sufocar a democracia e a oprimir o povo venezuelano. O governo brasileiro exorta a que as 65 recomendações do relatório sejam observadas. O Brasil espera que o relatório mobilize toda a comunidade internacional a trabalhar pela extinção do regime ditatorial de Maduro e pela libertação da Venezuela.

Notadamente, o Brasil espera que os países que ainda prestam apoio à ditadura retirem-no e passem a trabalhar pelo bem do povo venezuelano, conforme os princípios inscritos na Carta das Nações Unidas, tais como o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais, bem como a autodeterminação dos povos – lembrando que essa autodeterminação pertence justamente aos povos, e não às ditaduras que porventura os oprimam. Em face do teor do relatório, o Brasil considera que um regime como o de Maduro não tem quaisquer condições ou legitimidade para convocar ou conduzir um processo eleitoral limpo e justo, e, portanto, que as eleições parlamentares convocadas pela ditadura para o próximo mês de dezembro não devem ser apoiadas pela comunidade internacional.

OMC conclui que EUA quebraram regras ao impor tarifas sobre China

Fonte: Agência Brasil

Texto para a questão 10:

A Organização Mundial do Comércio (OMC) concluiu nesta terça-feira (15) que as tarifas adotadas pelos Estados Unidos sobre mais de US$ 200 bilhões em produtos chineses em 2018 foram inconsistentes com as regras globais de comércio. Um painel de três pessoas da OMC determinou que os EUA não mostraram porque as tarifas, adotadas após investigação sobre transferência de tecnologia e propriedade intelectual, seria uma exceção justificável das obrigações de Washington.

O painel determinou que as taxas eram inconsistentes com as regras comerciais porque se aplicavam apenas à China e estavam acima das taxas máximas com as quais os EUA se comprometeram. Também determinou que os EUA não explicaram adequadamente a escolha de produtos afetados pelas tarifas, ou o motivo de as medidas serem necessárias com base no que Washington viu como apropriação indevida e competição injusta pelas empresas chinesas.

“O painel recomenda que os EUA deixem suas medidas em conformidade com suas obrigações”, disse o relatório. Os Estados Unidos podem apelar da decisão desta terça-feira. No entanto, isso deixaria o caso num limbo legal, porque Washington bloqueou a nomeação de juízes para o órgão de apelação da OMC, impedindo-o de reunir o número mínimo necessário para julgar os casos.

Questões com gabarito e comentários

Questão 01

Em 2020, o Pantanal foi um dos poucos biomas brasileiros que não foi significativamente atingido por incêndios durante o inverno brasileiro.

Gabarito: Errado
Comentário: O Pantanal enfrenta os maiores incêndios já registrados na região. Números divulgados recentemente pelas autoridades locais afirmam que o fogo destruiu 2,34 milhões de hectares ao longo do ano, ou 15% da área do bioma, situado no sul de Mato Grosso, no noroeste de Mato Grosso do Sul, no norte do Paraguai e no leste da Bolívia.

Questão 02

Assinale a alternativa que aponta corretamente os nomes das vacinas contra a Covid-19 que estão sendo negociadas para que o Brasil receba transferência de tecnologia.

a) Rustov e Sinovac
b) Oxford e Sinovac
c) Rustov e Oxford
d) Rustov e Cambridge

Gabarito: letra b
Comentário: as vacinas de Oxford e da empresa chinesa Sinovac estão sendo negociadas para que o Brasil possa receber a transferência de tecnologia para que possa produzi-las internamente. O nome Rustov é inventado.

Questão 03

Um dos países mais afetados pela pandemia do coronavírus, o Brasil se tornou um campo de provas de vacinas contra a covid-19. O país, que tem mais de 4 milhões de casos confirmados de covid-19, é considerado pelos cientistas que estudam imunização como uma “oportunidade de ouro”.

Gabarito: C
Comentário: entre as razões para que o Brasil seja considerado um dos países mais promissores nos testes de vacina contra a Covid-19 é que o país possui muito infectados, altas taxas de transmissão e capacidade de fabricar a vacina internamente.

Questão 04

Altas taxas de transmissão comunitária do vírus, como acontece no Brasil, estão entre os principais critérios para poder testar uma vacina.

Gabarito: C
Comentário: no Brasil há uma tempestade quase perfeita para os ensaios, porque além da alta prevalência da covid-19, o país tem uma longa história de excelência em saúde pública, com instituições de pesquisas reconhecidas mundialmente, como a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) no Rio de Janeiro, que há décadas realiza pesquisas e ensaios.

Questão 05

A cooperação entre organismos internacionais e empresas multinacionais é comum em relações internacionais. Exemplo disso é a parceria entre a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a multinacional Unilever, que se uniram no enfrentamento ao novo coronavírus no Norte do Brasil por meio da doação de 1 milhão de sabonetes em barra da marca Rexona para refugiados e migrantes na região.

Gabarito: C
Comentário: nos últimos dias, 290 mil itens chegaram a Boa Vista, Roraima. As cidades de Pacaraima (RR) e Manaus (AM) também serão beneficiadas pela iniciativa.

Questão 06

A pandemia de coronavírus atingiu fortemente a qualidade do ensino em quase todo o mundo. O Brasil, ao contrário da maioria dos países, por meio de programas de acesso gratuito à internet conseguiu evitar que a maioria dos seus estudantes fossem atingidos pela queda na qualidade do ensino.

Gabarito: E
Comentário: o Brasil teve seu sistema educacional fortemente atingido pela pandemia de coronavírus. Principalmente estudantes em condição de vulnerabilidade tiveram dificuldade para ter acesso à internet e continuar seus estudos de maneira apropriada.

Questão 07

A Missão Internacional de Verificação de Fatos sobre a Venezuela, estabelecida em 2019 pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas com firme apoio do Brasil, publicou, em 16 de setembro, relatório de suas investigações sobre execuções extrajudiciais, desaparecimentos forçados, detenções arbitrárias, tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes cometidos naquele país desde 2014.

Gabarito: C
Comentário: desde a ascensão de Nicolás Maduro ao poder, a Venezuela vem sofrendo um processo de corrosão de sua democracia. Hoje é um país marcado por grave crise econômica e por violações graves de direitos humanos. Milhões de venezuelanos já deixaram o país.

Questão 08

O relatório aponta seu envolvimento, bem como o de outros representantes do regime, em crimes contra a humanidade, a serem investigados por tribunal competente, e na falta de disposição ou capacidade da justiça nacional, pelo Corte Internacional de Justiça (CIJ).

Gabarito: E
Comentário: trocar CIJ por Tribunal Penal Internacional (TPI).

Questão 09

A Organização Mundial do Comércio (OMC) concluiu que as tarifas adotadas pelos Estados Unidos sobre mais de US$ 200 bilhões em produtos chineses em 2018 foram inconsistentes com as regras globais de comércio.

Gabarito: C
Comentário: EUA e China vivem desde a chegada de Donald Trump ao poder nos EUA uma Guerra Comercial. Trump acusa a China de práticas desleais de comércio e de tirar empregos dos EUA ao receber fábricas de empresas norte-americanas que poderiam produzir nos EUA. Os EUA taxam produtos chineses e a China reage taxando produtos dos EUA.

Questão 10

A Guerra Comercial entre EUA e China tem sido um fenômeno constante nas relações internacionais contemporâneas. Assim sendo, a China adota uma postura protecionista e os EUA uma postura de defesa implacável do livre comércio e da globalização.

Gabarito: E
Comentário: os EUA são protecionistas e a China defende o livre comércio e a globalização em meio à Guerra Comercial.

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